Publicidade Dialógica

(última atualização: 15/05/2018)




Minhas pesquisas atuais giram em torno da aplicação de certas teorias da semiótica, da linguística e da estética ao campo da publicidade e da propaganda.

Venho compartilhando neste blog alguns textos sobre o assunto, que registram o progresso do estudo. A partir dos links a seguir, vocês podem chegar a eles e conhecer melhor a proposta e os resultados da pesquisa.

Meu trabalho mais recente, que apresento dia 25/05 no IX Pró-Pesq PP, resume o estágio atual das minhas investigações. Chama-se "Noções de Publicidade Dialógica: contribuições do Círculo de Bakhtin".

No momento, estou escrevendo um novo texto, no qual discutirei o papel da interpretação criadora na geração de consumer insights. Será um passo adiante no refinamento do modelo de publicidade dialógica que estou desenvolvendo. Alguns dos seus principais argumentos podem ser lidos ainda no post A pesquisa que importa na publicidade, uma nota em que evito o jargão e o formato acadêmico, já que pretendo falar a um público mais amplo.

Com relação ao trabalho de criação, ano passado, no VIII Pró-Pesq, abordei a questão "Publicidade é arte? Regra e exceção no trabalho criativo,  discutindo as semelhanças e diferenças entre estes dois campos de atividade humana. No working paper Uma promessa de felicidade, trato mais especificamente do conceito de arte.

Antes disso, aqui mesmo no blog, escrevi sobre Arte, cultura e publicidade, texto em que apresentei uma primeira versão do meu projeto de pesquisa, o qual, na época, girava em torno das complexas relações entre subjetividade, arte, cultura e publicidade.

Além desses textos, alguns outros ensaios registram a evolução do meu trabalho.

Comece com um rascunho, continue com ele é um post sobre a metodologia que costumo seguir em trabalhos de pesquisa. A frase resume também um dos princípios que explico no texto Creative hacking, ensaio em que discuto como o processo criativo da arte pode ser aplicado à publicidade e ao branding.

Por falar em processo criativo, em Design thinking para publicitários, discuto por que motivos talvez haja mais afinidade entre artistas e publicitários do que entre estes e os designers.

O mal estar da cultura e o consolo da arte revisa a teoria freudiana para discutir a relação entre o sujeito e a cultura no campo da arte.

O divórcio do artista com a cultura é uma releitura do texto anterior a partir da filosofia da linguagem de Bakhtin (o foco mais uma vez é o conflito entre o sujeito e a cultura no contexto da arte).

o/

Héber Sales
15/05/2018

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