Publicidade

(última atualização: 24/04/2017)


Como seria a vida social das marcas se a publicidade não adotasse apenas as técnicas da arte como também o modo de pensar do artista?

Minhas pesquisas atuais giram em torno dessa questão, colocando em jogo os conceitos de subjetividade, cultura e arte, além, é óbvio, da própria publicidade.

Venho publicando neste blog alguns textos sobre o assunto, que registram o progresso do estudo. A partir dos links a seguir, vocês podem chegar a eles e conhecer melhor a proposta e os resultados da pesquisa.

Arte, cultura e publicidade é o texto em que apresento uma visão geral do projeto e explico melhor a questão que coloquei acima.

Comece com um rascunho, continue com ele é um post sobre a metodologia que costumo seguir em trabalhos como esse.

É também um dos princípios que explico no texto Creative hacking, ensaio em que discuto como o processo criativo da arte pode ser aplicado à publicidade e ao branding.

Por falar em processo criativo, em Design thinking para publicitários, discuto por que motivos talvez haja mais afinidade entre artistas e publicitários do que entre estes e os designers.

Publicidade é arte?, trabalho apresentado no VIII Pró-Pesq PP - Encontro Nacional de Pesquisadores em Publicidade e Propaganda, desenvolve um primeiro tratamento sobre as semelhanças e diferenças entre esses dois campos de atividade humana. No working paper Uma promessa de felicidade, discuto mais especificamente o conceito de arte.

O mal estar da cultura e o consolo da arte revisa a teoria freudiana para discutir a relação entre o sujeito e a cultura no campo da arte.

O divórcio do artista com a cultura é uma releitura do texto anterior a partir da filosofia da linguagem de Bakhtin (o foco mais uma vez é o conflito entre o sujeito e a cultura no contexto da arte).

o/

Héber Sales
07/09/2016

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